MENSAGEM

DESCULPE PÁGINA EM CONTRUÇÃO!!!!
EM BREVE ESTARÁ PRONTA.


SEJA BEM VINDO AO MUNDO DE CONHECIMENTO

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

ABSOLUTISMO

Absolutismo

Sistema de governo no qual o poder é centralizado na pessoa do governante, característico da Europa entre os séculos XVII e XVIII. A hegemonia está nas mãos dos reis, que controlam a administração do Estado, constituem exércitos permanentes, dominam a burocracia e a padronização monetária e fiscal, procuram estabelecer as fronteiras de seus países e promovem a economia nacional através de políticas mercantilistas e coloniais. Também criam uma organização judiciária nacional – a Justiça Real –, que se sobrepõe ao fragmentado sistema feudal.O absolutismo nasce a partir da crise do feudalismo. O apoio da burguesia e a influência do Direito Romano, que defende um poder centralizado, são decisivos para que o predomínio da nobreza seja diminuído em favor do rei. As crises religiosas do século XVI também colaboram para o fortalecimento do poder monárquico, pois enfraquecem o poder papal e colocam as igrejas nacionais sob o controle do soberano. Nicolau Maquiavel (1469-1527), J. Bodin (1530-1596), Thomas Hobbes (1588-1679) e J. Bossuet (1627-1704) desenvolvem diferentes teorias que justificam o absolutismo.
O Estado absolutista típico é a França de Luís XIV (1638-1715), conhecido como o “Rei Sol”. A ele é atribuída a frase que se torna o emblema do poder absoluto: “O Estado sou eu”. Luís XIV atrai a nobreza para o Palácio de Versalhes perto de Paris, onde vive num clima de luxo inédito na história do Ocidente. O monarca interfere na economia de várias formas: cria companhias de comércio, concede privilégios e monopólios, determina taxas e impostos. Também torna o catolicismo a religião oficial do Estado e promove guerras para fortalecer o poder nacional.O processo de extinção do absolutismo na Europa começa com a Revolução Gloriosa, na Inglaterra, e a Revolução Francesa. A partir de então, o poder real inglês é limitado por uma Constituição e pelo Parlamento. Na França é substituído por um regime republicano. O sistema chega definitivamente ao fim com as Revoluções Liberais. Na Rússia, o absolutismo prossegue até o início do século XX.
A PRÉ-HISTÓRIA

A História da Humanidade divide-se em duas partes: a Pré-história e a História.
A Pré-história é o período do aparecimento do homem sobre a Terra. Os homens mais antigos de que temos conhecimento viveram por volta de um milhão de anos a.C.
Sabemos da existência deles através dos fósseis (crânios, ossos de esqueletos, machados, facas, pinturas, desenhos etc.).
1.O Australopithecus
Corresponde aos mais antigos hominídeos de que temos notícia. Viveram entre um milhão e 600 000 anos a.C. Seus restos fósseis foram encontrados na África do Sul.
Principais características do Australopithecus:
o Andava em posição ereta;
o Já apresentava certo desenvolvimento cerebral;
o Conhecia o fogo e cozinhava seus alimentos.

I. A EVOLUÇÃO DO HOMEM PRÉ-HISTÓRICO

Desde o seu aparecimento, o homem passou por vários estágios de desenvolvimento, até atingir a fase atual. Os espécimes de que temos conhecimento são: o Australopithecus, o Pithecanthropus erectus, o Homem de Neanderthal e o Homem de Cro-Magnon.

2. O Pithecanthropus erectus

Os homens pertencentes a esta espécie viveram entre 500 000 e 200 000 anos a.C. Deles, três tipos são conhecidos:
· O Javantropo, encontrado em Java;
· Sinantropo, também chamados homo Heidelbergensis
Principais característica do Pithecanthropus:
· Possuía dentes grandes;
· Tinha o cérebro mais desenvolvido;
· Andava em posição ereta.

3. O homem de Neanderthal

Seus representantes, cujos restos fosseis foram encontrados no vale do rio Neanderthal, na Alemanha viveram entre 120 000 e 50 000 anos a.C.
Principais características homem de Neanderthal:
· Vivia em cavernas para se proteger do e de animais;
· Fabricava utensílios aperfeiçoados, geralmente de pedra;
· Era caçador e se vestia com peles de animais.

4. O homem de cro-magnon

Viveu por volta de 40000 anos a.C. Seus restos de fosseis foram encontrados na localidade de cro-magnon:
· Vivia da caça e da coleta
· Começou a desenvolver a agricultura e a domesticar animais;
· Possuía grande desenvolvimento do cérebro e elevado grau de inteligência;
· Deixou muitas pinturas em cavernas e trabalhos feitos em pedras.

II. As fontes históricas

Para reconstituir o passado do homem, o historiador utiliza das fontes históricas, que são formadas por documentos escritos e documentos não escritos. Muitos deuses documentos foram descobertos pela Arqueologia.
As principais fontes históricas são:
· resto de esqueletos, utensílios, armas, vestimentas, construções, objetos de arte inscrições etc.
· Documentos escritos que os historiadores se utilizam somente das fontes não escritas, já que o homem pré-histórico desconhecia a escrita.

1. P
eríodo Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada (de 500 000 a 10 000 a.C.)

Durante esse período , o homem progrediu muito lentamente. Ele precisava enfrentar os perigos da natureza e ainda tinha de defender-se dos grandes animais.
O primeiro instrumento utilizado pelo homem foi o machado feito de pedra lascada. Além da pedra, o homem utilizou o chifre de rena e o marfim.Aprendeu a fabricar agulhas, anzóis, arpões, raspadores, arcos, flechas e a confeccionar suas roupas com peles de animais.

III. Da pré historia à historia.

A pré historia dividi-se em três períodos: Paleolítico, Neolítico e idades dos metais, sendo que entre o Paleolítico e o Neolítico ouve um período intermediário, denominado período Mesolítico.
O homem do período Paleolítico vivia em cavernas. Como era um caçador por natureza, deixou, nas paredes das cavernas, desenhos de figuras de mamutes, renas, bisões e de outros animais.
Essa arte tinha um significado mágico: os homens acreditavam que, atrvez dela teriam caça abundante.
A procura de alimentos obrigava o homem das cavernas a mudar-se constantemente: era o nomadismo.
Durante o período paleolítico, o homem descobriu e utilizou fogo para o preparo de alimentos, para o aquecimentos das cavernas e como arma de defesa contra os animais ferozes
Período Mesolítico
O mesolítico foi um período intermediário entre o paleolítico e o neolítico, em que ocorreram grandes mudanças; as principais foram:
* derretimento de parte da geleiras que cobriam grandes extensões da América e da Europa;
* o aparecimento dos desertos da Ásia e da África;
* a definição dos atuais climas da terra;
* a destruição parcial das fontes de alimentos do homem: as renas emigraram para o ártico e o mamute acabou por desaparecer;
* o homem tentou sobreviver nas novas condições climáticas Alimentam-se de mulusculos.



2. Período o neolítico ou idade da pedra polida (10 000 a 3600 a.C.)

Nesse período, o homem começou a polir a pedra para fabricar seu machados e outros instrumentos.
As principais características dos homens do período Neolítico foram
· passaram de caçadores a pastores (criadores);
· começaram a desenvolver a agricultura e a domesticar animais;
· desenvolveram a tecelagem de lã e a fabricação de objetos de cerâmicas;
· construíram as primeiras habitações – choças ou cabanas – a as margens dos rios e dos lagos, o que deu origem as primeiras comunidades.
· Inventaram roda, passando a utilizar a força do animal;
· Construíram barcos e jangadas e, assim puderam viajar para outras regiões, em busca de caça, de pastagem e de novas terras para a agricultura;
· Começaram a acreditar numa divindade protetora para todo o grupo.
Os homens do períodos neolítico viveram em varias regiões da terra , desde astundras do ártico até as florestas tropicais.

3. Idade dos Metais

foi durante esse período que o homem conheceu e passou a utilizar os metais, desenvolvendo a técnica da fundição com a qual conseguia materiais mais resistentes.
As principais características da idade dos metais foram:
· a utilização do cobre , do estanho, do bronze, e do ferro;
· o homem passou a ter moradia fixa; assim , pode desenvolver a agricultura;
· a vida social organizou-se em cidades;
· o culto dos mortos tornou-se mais importante;
· surgiram diferentes grupos de população;
· desenvolveram-se as tropas de produtos entre os grupos;
· os homens passaram a lutar pela posse da terra e os mais fracos foram escravizados pelos mais fortes.

IV As Divisões da História

· História antiga (antiguidade): da invenção da escrita até o fim do Império Romano do ocidente, em 476
· História medieval (idade media): de 476 até a queda de Constantinopla (capital do império romano do oriente) em poder do turcos, em 1453.
· História moderna: de 1453 até 1789, com a revolução francesa.
· História contemporânea: de 1789 até os nossos dias.

Poluição Ambiental

Poluição Ambiental

“A idéia de poluição ambiental abrange uma série de aspectos, que vão desde a contaminação do ar, das águas e do solo, a desfiguração da paisagem, erosão de monumentos e construções até a contaminação da carne de aves com hormônios. Na procura das causas da poluição ambiental, tal como observada hoje, deparamos com dois fatores básicos: · ·(a) Tendência do Homem à Mecanização Þ como nenhum outro ser vivo, consegue o homem transformar as matérias- primas que encontra de modo a torná-las úteis para si, seja como ferramentas ou máquinas, ou como artefato de lazer e objeto de arte. Durante a confecção de todos estes artigos formam-se quantidades apreciáveis de resíduos inúteis, que com o tempo acabam por comprometer o ambiente. Além disso, durante estes processos de fabricação, não é consumida apenas a energia própria do corpo humano: há consumo sobretudo de energias provenientes de outras fontes. A produção de energia também está associada a uma poluição do meio ambiente. Assim sendo, todo o processo de industrialização constitui-se num dos componentes principais da poluição ambiental. b) Contínuo Aumento da População Þ este processo força uma crescente produção de alimentos. Como a área de terras cultiváveis não pode crescer no mesmo ritmo que a população, o necessário aumento da produção só pode ser atingido mediante uma intensificação da agricultura nas áreas já disponíveis. Para tanto, torna-se necessária uma eficiente produção de fertilizantes, seja em forma de adubos orgânicos, seja em forma de fertilizantes minerais, exige-se ainda uma proteção ativa das plantas cultivadas contra pragas de origem vegetal ou animal. A necessidade do emprego de meios químicos de proteção é digna de uma análise mais sólida. No cultivo da beterraba chega-se a uma produção de 21 t/ha, sem o emprego de agentes protetores químicos, com o uso destes, a produção pode aumentar até 30 t/ha, o que significa um aumento de cerca de 42,8 %. A Fabricação e o uso de fertilizantes e praguicidas constituem o segundo grande componente da poluição ambiental.

Efeito estufa



O extermínio das florestas afeta diretamente o clima da terra, pois são elas que regulam a temperatura e os regimes de vento e de chuva. A redução da camada vegetal e a diminuição da chuva contribuem para o aquecimento da atmosfera terrestre, fenômeno verificado nas últimas décadas e denominado efeito estufa.
O século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. De acordo com o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, a temperatura terrestre aumentou entre 0,3 °C e 0,6 °C neste século, como provável conseqüência do aumento na concentração de gases na atmosfera. Os principais são o dióxido de carbono (CO2), produzido pela queimada de florestas e pela combustão de produtos como carvão, petróleo e gás natural; o óxido nitroso, gerado pela atividade das bactérias no solo; e o metano, produzido pela decomposição de matéria orgânica. Muitos países adotaram estratégias de controle da emissão desses gases, mas os resultados só poderão ser avaliados a longo prazo, uma vez que os gases permanecem na atmosfera por períodos que variam de 12 (metano) a 200 anos (CO2).

Conseqüências

Medições realizadas pelo Centro Nacional de Informações Climáticas dos EUA mostram que em 1997 a temperatura média do planeta fica 0,42 °C acima do normal e sobe 0,08 °C em relação a 1990, considerado até então o ano mais quente registrado. Segundo especialistas da ONU, se forem mantidas as tendências atuais, a temperatura média mundial poderá aumentar 3,5 ºC até 2050. Divergências entre os países desenvolvidos têm dificultado o avanço na implantação dos princípios e metas do Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, que prevê redução nas taxas de emissão dos gases causadores do efeito estufa.
A forma como o efeito estufa se manifestará no futuro ainda é imprevisível. A longo prazo, o superaquecimento do planeta pode causar problemas ambientais como tufões, furacões e enchentes, em conseqüência do derretimento das geleiras e do aumento da evaporação da água. Deve atingir também a fauna, pois algumas espécies de animais não se adaptam a temperaturas elevadas, além de comprometer ecossistemas, especialmente os mangues, mais sensíveis a alterações no nível do mar. Por enquanto, os cientistas não conseguem prever o que pode acontecer, mas estão estudando o crescimento das plantas em determinadas regiões do mundo, mais expostas aos efeitos das alterações climáticas. Esperam ainda encontrar pistas sobre a reação dos ecossistemas em larga escala, pois as altas temperaturas combinadas com um regime de chuvas escasso podem levar à redução da umidade do solo e a limitações graves na produtividade agrícola.

Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008

JOSE DE ALENCAR

PRONOME

É a palavra que acompanha ou substitui o substantivo, indicando sua posição em relação às pessoas do discurso ou mesmo situando-o no espaço e no tempo.

Os pronomes podem ser:

» substantivos: são aqueles que tomam o lugar do substantivo.

Ela era a mais animada da festa.

» adjetivos: são aqueles que acompanham o adjetivo.

Minha bicicleta quebrou

Classificação dos pronomes

O pronome pode ser de seis espécies:

» Pronome pessoal

» Pronome possessivo

» Pronome demonstrativo

» Pronome relativo

» Pronome indefinido

» Pronome interrogativo

Pronome pessoal

O pronome pessoal é aquele que indica as pessoas do discurso. Dividem-se em retos e oblíquos.

Os pronomes pessoais retos são:


Os pronomes pessoais oblíquos podem ser átonos ou tônicos

São pronomes oblíquos átonos: me, te, o, a, lhe, se, nos, vos, os, as, lhes.

São pronomes oblíquos tônicos: mim, ti, ele, ela, si, nós, vós, eles, elas.

Os pronomes pessoais oblíquos tônicos são usados com preposição e os átonos, com formas verbais:

A mãe ansiosa esperava por mim.

A mãe esperava-o ansiosa.

Emprego dos pronomes pessoais

» Os pronomes pessoais retos funcionam como sujeitos de frases:

“Eu vou à loja, talvez ele esteja lá.”

» Os pronomes pessoais retos nunca aparecem depois de uma preposição. Torna-se obrigatório o uso dos pronomes oblíquos:

Entre mim e ti há uma distância enorme.

» Os pronomes oblíquos átonos o, a, os, as exercem a função de objeto direto:

A enfermeira examinou-o.

» Os pronomes oblíquos átonos lhe, lhes exercem a função de objeto indireto.

O garçom oferece-lhe bebida.

» Antes de verbo no infinitivo só usamos eu e tu, jamais mim e ti.

Fizeram de tudo para eu me emocionar.

Fizeram de tudo para tu comprares a casa.

Pronomes pessoais de tratamento

Os pronomes de tratamento são aqueles que indicam um trato cortês ou informal, sempre concordam com o verbo na terceira pessoa.

Quando falamos diretamente com a pessoa, usamos o pronome de tratamento na forma Vossa.

Vossa Alteza precisa descansar.

Quando falamos sobre a pessoa, usamos o pronome de tratamento na forma Sua.

Sua Alteza retornará em breve.


Pronome possessivo

São aqueles que indicam a posse de algo, estabelecendo uma relação entre o possuidor e a coisa possuída.

Minha casa está sendo reformada.


Emprego dos pronomes possessivos

Veja o exemplo:

“Meu carro estragou.”

Temos uma narração em primeira pessoa, em que o eu (personagem narrador) é o possuidor, o amigo (terceira pessoa, de quem se fala) é a coisa possuída.

» Há momentos em que os pronomes possessivos não exprimem a idéia de posse, mas indica respeito, aproximação, intimidade.

Meu senhor permita-me ajuda-lo.

Estamos orgulhosos por seus cinqüenta anos.

Escutávamos emocionados nosso Caetano Veloso.

» Antes de nomes que indicam partes do corpo, peças de vestuário e faculdades de espírito, não usamos o pronome possessivo.

Quebrei o braço. ( e não – Quebrei o meu braço.)

Pedro sujou a calça. ( e não – Pedro sujou a calça dele.)

Perdi os sentidos. ( e não – Perdi os meus sentidos.)

Pronomes demonstrativos

O pronome demonstrativo é aquele que indica a posição de um ser em relação às pessoas do discurso, situando-o no tempo ou no espaço.

São os seguintes:


Os demonstrativos combinam-se com as preposições de ou em, dando as formas deste, desse, disso, naquele, naquela, naquilo.

Emprego dos pronomes demonstrativos

» Usamos os demonstrativos esse, essa, isso em referência a coisa ou seres que estejam perto da segunda pessoa (o ouvinte).

Esse caderno que está na sua mesa é meu.

» Também empregamos esse, essa, isso para mencionar algo já dito no discurso.

Todos achavam que ele não havia se arrependido. Achavam isso porque ele não agia como tal.

» Usamos este, esta, isto em referência a coisas ou seres que se encontram perto da primeira pessoa (o falante).

Sempre que vejo esta carta lembro-me de você.

» Também empregamos este, esta, isto no discurso para mencionar coisas que ainda não foram ditas.

Só posso dizer isto: odeio você.

» Aquele, aquela, aquilo são usados quando as coisas ou seres estão longe do falante e do ouvinte.

Aquela obra não apresenta boa segurança.

Pronomes relativos

Pronomes relativos são aqueles que se referem a um termo anterior.

Veja o exemplo:

O perdão de todos, o qual agradeço, é importante pra mim.

Os pronomes relativos são variáveis ou invariáveis:


Pronomes indefinidos

Pronome indefinido é aquele que se refere à terceira pessoa do discurso de modo impreciso, indeterminado, genérico:

Alguém bateu à porta.

Todos cumpriram suas tarefas.

Os pronomes indefinidos podem ser variáveis e invariáveis.


Algumas frases com pronomes indefinidos:

Todas as pessoas assistiram o filme.

Durante meia hora não vi pessoa alguma te procurar.

Escolheu qualquer roupa.

Um gosta de filme, outro de livros.

Há vários pais o procurando.

Em muitas situações temos não um pronome indefinido, mas um grupo de palavras com o valor de um pronome indefinido. São as locuções pronominais indefinidas:

Quem quer que, cada qual, todo aquele, seja quem for, qualquer um, tal e qual, etc.

Pronomes interrogativos

São aqueles usados na formulação de perguntas diretas ou indiretas, referindo-se à 3° pessoa do discurso.

Qual é seu nome?

Os principais pronomes interrogativos são:

» invariáveis: quem, que

» variáveis: qual, quais, quanto, quantos, quanta, quantas.

Pergunta direta:

A mãe perguntou: ― quem fez isso?

Pergunta indireta:

A mãe perguntou quem havia feito aquilo.

Nos dois casos o pronome interrogativo quem desempenha o mesmo papel.

FUNÇÕES DA LINGUAGEM

Funções da Linguagem

Para melhor compreensão das funções de linguagem, torna-se necessário o estudo dos elementos da comunicação.

Elementos da comunicação

emissor - emite, codifica a mensagem
receptor - recebe, decodifica a mensagem
mensagem - conteúdo transmitido pelo emissor
código - conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem
referente - contexto relacionado a emissor e receptor
canal - meio pelo qual circula a mensagem
Obs.: as atitudes e reações dos comunicantes são também referentes e exercem influência sobre a comunicação

Funções da linguagem

Função emotiva (ou expressiva)
centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Nela prevalece a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor.

Função referencial (ou denotativa)
centralizada no referente, quando o emissor procura oferecer informações da realidade. Objetiva, direta, denotativa, prevalecendo a 3ª pessoa do singular. Linguagem usada nas notícias de jornal e livros científicos.

Função apelativa (ou conativa)
centraliza-se no receptor; o emissor procura influenciar o comportamento do receptor. Como o emissor se dirige ao receptor, é comum o uso de tu e você, ou o nome da pessoa, além dos vocativos e imperativo. Usada nos discursos, sermões e propagandas que se dirigem diretamente ao consumidor.

Função fática
centralizada no canal, tendo como objetivo prolongar ou não o contato com o receptor, ou testar a eficiência do canal. Linguagem das falas telefônicas, saudações e similares.

Função poética
centralizada na mensagem, revelando recursos imaginativos criados pelo emissor. Afetiva, sugestiva, conotativa, ela é metafórica. Valorizam-se as palavras, suas combinações. É a linguagem figurada apresentada em obras literárias, letras de música, em algumas propagandas etc.

Função metalingüística
centralizada no código, usando a linguagem para falar dela mesma. A poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, um texto que comenta outro texto. Principalmente os dicionários são repositórios de metalinguagem. Obs.: Em um mesmo texto podem aparecer várias funções da linguagem. O importante é saber qual a função predominante no texto, para então defini-lo.

ADJETIVO

Adjetivo

Adjetivo é a palavra que modifica o substantivo, indicando características de defeito, qualidade, estado, etc.

Exemplos: Comida gostosa.

Menino bonito.

Gosto ruim.

Formação do adjetivo

O adjetivo pode ser:

Simples - possui apenas um radical, um só elemento: azul, surdo,

Composto – possui mais de um radical, mais de um elemento: azul-escuro, surdo-mudo.

Primitivo – é aquele que não deriva de outra palavra; servindo de base para a formação de outras palavras: triste, bom, pobre.

Derivado – é aquele que deriva de outras palavras, geralmente de substantivos e de verbos: tristonho, bondoso, pobretão.

Flexão do adjetivo

O adjetivo varia em gênero, número e grau.

1) Gênero do adjetivo

Uniformes: apresenta uma só forma para os dois gêneros, masculino e feminino.

Menino feliz – menina feliz

Empregado competente – empregada competente

Biformes: são aqueles que apresentam uma forma para o masculino e outra para o feminino.

O atleta brasileiro – a atleta brasileira.

O menino lindo – a menina linda.

2) Número do adjetivo

O adjetivo simples faz o plural seguindo a mesma regra do substantivo:

Rapaz feliz – rapazes felizes

Roupa branca – roupas brancas

No plural dos adjetivos compostos acrescenta-se o s apenas no último elemento:

Lente côncavo-convexa – lentes côncavo-convexa

Crianças mal-educadas – crianças mal-educadas

PARTICULARIDADES

» Os adjetivos compostos azul-marinho e azul-celeste ficam invariáveis:

Carro azul-marinho – carros azul-marinho

Vestido azul-celeste – vestidos azul-celeste

» O adjetivo composto surdo-mudo flexiona os dois elementos:

Rapaz surdo-mudo – rapazes surdos-mudos

» Nos adjetivos referentes a cores, o adjetivo composto fica invariável quando o segundo elemento for um substantivo:

Saia verde-oliva – saias verde-oliva

Sofá marrom-café – sofás marrom-café

3) Grau do adjetivo

O adjetivo possui dois graus: comparativo e superlativo:

Grau comparativo: transmite a idéia de igualdade, superioridade ou inferioridade de um ser em relação a outro.

Igualdade - tão+adjetivo+que (do que):

Ela é tão alegre quanto (ou como) ele.

Lídia é tão bonita quanto Raquel.

Superioridade – mais+adjetivo+quanto (como):

Ele é mais alegre que (ou do que) ela.

Lídia é mais bonita que Raquel.

Inferioridade – menos+adjetivo+que (do que):

Ele é menos alegre que (ou do que) ela.

Lídia é menos bonita que Raquel.

PARTICULARIDADES

» O grau comparativo de superioridade dos adjetivos grande, bom, pequeno, mau usam-se as formas sintéticas maior, melhor, menor e pior.

» Quando comparamos duas qualidades do mesmo ser, usa-se a forma analítica:

A casa é mais grande do que confortável.

Grau superlativo: o grau superlativo pode ser:

Relativo – quando se faz sobressair, com vantagem desvantagem, a qualidade de um ser em relação a outros (a um conjunto de seres). Pode ser de superioridade ou de inferioridade:

Mateus é o mais inteligente da turma. (superioridade)

Mateus é o menos inteligente da turma. (inferioridade)

Absoluto – quando a qualidade de um ser é intensificada sem a relação com outros seres. Pode ser analítico ou sintético:

Analítico: quando o adjetivo é modificado pelo advérbio muito, extremamente, etc.Paula é extremamente bela.

Sintético: quando se acrescenta o sufixo –íssimo, -imo ou -rimo ao radical do adjetivo:

Conversa agradabilíssima.

Alguns superlativos absolutos sintéticos:

Ágil – agillíssimo, agílimo

Agudo – acutíssimo

Bom – boníssimo

Célebre – celebérrimo

Cruel – crudelíssimo, cruelíssimo

Doce – docísssimo, docilíssimo

Dócil – docílimo, docilíssimo

Fácil – facílimo, facilíssimo

Feio – feiíssimo

Feliz – felicíssimo

Fiel – fidelíssimo

Livre – libérrimo, livríssimo

Magnífico – magnificentíssimo

Pobre – paupérrimo, pobríssimo

Sábio – sapientíssimo

São – saníssimo

Útil – utilíssimo

Voraz – voracíssimo

Locução adjetiva

Em Gramática , chamamos de locução à reunião de duas ou mais palavras com o valor de uma só. Locução adjetiva é, portanto, a união de duas ou mais palavras que equivalem a um adjetivo. Elas são usualmente formadas por:

» uma preposição e um substantivo

» uma preposição e um advérbio

Dente de cão = dente canino

Conselho de mãe = conselho materno

Pneus de trás = pneus traseiros

Ataque de frente = ataque frontal

Algumas locuções e seus adjetivos correspondentes:

De aluno - discente

De abdômen – abdominal

De açúcar – sacarino

De anjo – angélico, angelical

De água – aquático, áqueo, hidráulico, hídrico

De ave – aviário, aviculário, ornítico

De cabeça – cefálico

De casamento – matrimonial, nupcial

De direito – jurídico

De estômago –estomacal, gástrico

De garganta – gutural

De intestino – celíaco, entérico, intestinal

De manhã – matinal, matutino, crástino

De mês – mensal

De pele – cutâneo

De peso – ponderal

De tarde – vesperal, vespertino

Adjetivos pátrios

O adjetivo pátrio é aquele que se refere a países, estados, cidades, etc. A maioria desses adjetivos forma-se pelo acréscimo de um sufixo ao substantivo que os origina. Os principais sufixos formadores de adjetivos pátrios são: -aco, -ano, -ão, -eiro, -ês, -ense, -eu, -ino, -ita.

Acre – acreano

Amapá – amapaense

Espírito Santo – espírito-santense ou capixaba

Mato Grosso – mato-grossense

Pará – paraense

Piauí – piauense

Porto Alegre – porto-alegrense

Recife – recifense

Rio Grande do Norte – potiguar ou rio-grandense-do-norte

Rio Grande do Sul – gaúcho ou rio-grandense-do sul

Minas Gerais – mineiro

Belo horizonte - belo-horizontino

Belém (do Pará) – belenense

China - chinês

Campinas - campineiro, campinense

Goiânia - goianiense

Lisboa - lisboeta, lisbonense

Maceió - maceioense

África – africano

América – americano

Ásia – asiático

Europa – europeu

Oceania – acêanico

Alemanha – alemão

Bélgica – belga

Brasil – brasileiro

Estados unidos – estadunidense, norte-americano

Israel – israelense ou israelita

Irã - iraniano

Japão - japonês

PROGRESSÕES

PROGRESSÕES

1. PROGRESSÃO ARITMÉTICA

Vamos considerar as seqüências numéricas

a) (2, 4, 6, 8, 10, 12).
Veja que a partir do 2º termo a diferença entre cada termo e o seu antecessor, é constante:

a2 - a1 = 4 - 2= 2; a3 - a2 = 6 - 4 = 2
a5 - a4 = 10 - 8 = 2 a6 - a5 = 12 - 10 = 2

b)
a2 - a1 = ; a3 - a2 =
a4 - a3 =
a5 - a4 =

Quando observamos que essas diferenças entre cada termo e o seu antecessor, é constante, damos o nome de progressão aritmética (P.A.) À constante damos o nome de razão (r).
Obs.: r =0 P.A. é constante.
r>0 P.A. é crescente.
r<0 a1 =" a3" a2 =" a4" a3 =" ...=" 1 =" r" an =" a1+" an =" a1" y =" •" a1 =" 1;" an =" 10" k =" 8" n =" k" 2 =" 10" an =" a1" r =" a" sn =" a1" sn =" an" 2sn =" (a1" 2sn =" (a1" 2sn =" que" an =" an-1" a2 =" a1." a3 =" a2." a4 =" a3." an =" an-1." q =" 1" q =" 0" a1 =" a1" a2 =" a1." a3 =" a2." a4 =" a3." an =" an-1." an =" a1.q.q.q....q.q" an =" a1." sn =" a1+a2+a3+a4..." sn =" (a1+a2+a3+a4..." sn =" a1.q+a2.q+a3" sn =" an" q =" 1" an =" a1." a1=" 0" s =" 0,"> 1, isto é e a1 0, S tende a ou . Neste caso é impossível calcular a soma S dos termos da P.G.

3. Se –1< q < 1, isto é, e a1 0, S converge para um valor finito. Assim a partir da Fórmula da soma dos n termos de uma P.G. , vem:
Quando n tende a , qn tende a zero, logo:

que é a fórmula da soma dos termos de uma P.G. Infinita.

Obs.: S nada mais é do que o limite da Soma dos termos da P.G., quando n tende para É representada desta forma:



2.6 – PRODUTO DOS TERMOS DE UMA P.G. FINITA.


Dada a P.G. finita: (a1, a2, a3, ...an-1, an), de razão q e P seu produto, que é dado por:

ou

Multiplicando membro a membro, vem:



Esta é a fórmula do produto dos termos de uma P.G. finita.
Podemos também escrever esta fórmula de outra forma, pois:


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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

S E R G I P E

GEOGRAFIA – Área: 21.910,3 km2. Relevo: planície litorânea com várzeas e depressão na maior parte do território. Ponto mais elevado: serra Negra (742 m). Rios principais: São Francisco, Vaza-Barris, Sergipe, Real, Piauí, Japaratuba. Vegetação: mangues no litoral, faixa de floresta tropical e caatinga na maior parte do território. Clima: tropical atlântico no litoral e semi-árido. Municípios mais populosos: Aracaju (505.286), Nossa Senhora do Socorro (179.060), Lagarto (91.605), Itabaiana (85.664), São Cristóvão (77.278), Estância (62.796), Tobias Barreto (47.307), Simão Dias (40.225), Itabaianinha (38.831), Poço Redondo (30.358) - 2006. Hora local: a mesma. Habitante: sergipano.

POPULAÇÃO – 2.000.738 (2006). Densidade: 91,3 hab./km2 (2006). Cresc. dem.: 2% ao ano (1991-2006). Pop. urb.: 82,1% (2004). Domicílios: 551.637 (2005); carência habitacional: 94.746 (2006). Acesso à água: 88% (2005); acesso à rede de esgoto: 71,8% (2005). IDH: 0,682 (2000).

SAÚDE – Mort. infantil: 36,2 por mil nascimentos (2005). Médicos: 9,7 por 10 mil hab. (2005). Leitos hosp.: 1,9 por mil hab. (2005).

EDUCAÇÃO – Educ. infantil: 94.766 matrículas (80,8% na rede pública). Ensino fundamental: 404.358 matrículas (91% na rede pública). Ensino médio: 90.884 matrículas (88,1% na rede pública) - todos em 2005. Ensino superior: 31.032 matrículas (36,0% na rede pública - 2004. Analfabetismo: 19,4% (2004); analfabetismo funcional: 32,4% (2004).

GOVERNO – Governador: Marcelo Déda (PT). Senadores: 3. Dep. federais: 8. Dep. estaduais: 24. Eleitores: 1.299.785 (1,0% do eleitorado brasileiro - 2006). Sede do governo: Palácio dos Despachos. Avenida Adélia Franco, 3305, Luzia, Aracaju. Tel. (79) 216-8303.ECONOMIA – Participação no PIB nacional: 0,7% (2004). Composição do PIB: agropec.: 7,0%; ind.: 53,9%; serv.: 39,1% (2004). PIB per capita: R$ 6.782 (2004). Export. (US$ 66,4 milhões): sucos de laranja (66,1%), uréia (20,8%), couros e calçados (4,6%), tecidos e confecções (2,3%), outros sucos (2,0%). Import. (US$ 93,4 milhões): geradores (30,1%), algodão (14,8%), trigo (10,7%), chapas de alumínio (8,0%), petroquímicos (7,6%) - 2005.

ENERGIA ELÉTRICA – Geração: 8.438 GWh; consumo: 1.828 GWh (2004).TELECOMUNICAÇÕES – Telefonia fixa: 273,5 (maio/2006); celulares: 754,3 mil (abril/2006).CAPITAL – Aracaju. Habitante: aracajuano. Pop.: 505.286 (2006). Automóveis: 136.979 (2006). Jornais diários: 3 (2006). Prefeito: Edvaldo Nogueira (PC do B). Nº de vereadores: 15 (2004). Data de fundação: 17/3/1855.Fatos históricos:
Como ocorre nos demais estados nordestinos, o litoral de Sergipe também é freqüentado por corsários franceses interessados no escambo de pau-brasil com os índios. A madeira é o principal produto econômico da região até o início do século XVII. Entre o final do século XVI e as primeiras décadas do século XVII, a atuação dos missionários e de algumas expedições militares afasta os franceses e vence a resistência indígena. Surgem os primeiros povoados, como o arraial de São Cristóvão, e engenhos de açúcar. A existência de áreas inadequadas à plantação de açúcar no litoral favorece o surgimento das primeiras criações de gado. Sergipe torna-se, então, um fornecedor de animais de tração para as fazendas da Bahia e de Pernambuco. Há também uma significativa produção de couro. Passa a ser capitania independente com o nome de Sergipe d'El Rey. Durante as invasões holandesas, sofre com a devastação econômica e volta subordinar-se à capitania da Bahia. Em 1823, depois da independência, Sergipe recupera sua autonomia. Mas o progresso da província é pequeno durante o Império, com exceção de um breve surto algodoeiro na segunda metade do século XIX. O quadro permanece assim em todo o primeiro período republicano, com setores das camadas médias urbanas sendo as únicas forças a enfrentar a oligarquia local, como nas revoltas tenentistas em 1924.
Menor estado brasileiro em área, Sergipe situa-se no litoral do Nordeste. O clima tropical é úmido na Zona da Mata e mais árido no sertão. No litoral há praias muito visitadas, como a de Atalaia Velha, em Aracajú. Primeira cidade planejada do país, fundada em 1855, Aracaju tem papel importante na resistência contra os franceses no período colonial. O acervo arquitetônico dessa época é conservado em São Cristóvão - a primeira capital do estado, tombada como monumento nacional - e em Laranjeiras, um dos maiores centros produtores de açúcar do período colonial. Na culinária predominam pratos à base de peixes e crustáceos, entre eles a moqueca de pitu, a caranguejada e o surubim na brasa. Há também doces feitos com frutas locais, como o jenipapo. No interior é famosa a paçoca, carne desfiada com farinha de mandioca. A Festa de São João é a mais popular do estado, comemorada principalmente nos municípios de Areia Branca e Estância. No artesanato destacam-se os produtos confeccionados em cerâmica, couro, madeira e corda.Atividade econômica - A economia sergipana, que durante séculos esteve baseada no cultivo da cana-de-açúcar, começa a se modificar a partir dos anos 90. Apoiado em incentivos fiscais e em seu potencial energético - oferecido pela usina de Xingó e pela exploração de petróleo e gás natural -, Sergipe atrai indústrias para seu território. Somente entre 1995 e 1998, 40 indústrias instalam-se no estado, com destaque para uma fábrica de cerveja em Estância, que impulsiona a chegada de outras pequenas e médias empresas à região, principalmente voltadas para o beneficiamento de produtos agrícolas e de couro, processamento de alimentos e um pequeno parque têxtil. Por causa da pequena extensão territorial, a pecuária é representada por um rebanho de apenas 918 mil bovinos e 83,3 mil ovinos e 82,3 mil suínos. Ao mesmo tempo que o setor industrial cresce, o agropecuário registra queda em parte de sua produção. As áreas dedicadas a culturas tradicionais, como algodão, cana-de-açúcar, mandioca e milho, vêm diminuindo, enquanto se expandem as lavouras com melhor desempenho comercial, como a do coco-da-baía e a da laranja, principal produto estadual. Em 1999, a lavoura de Sergipe começa a se recuperar da forte seca que atinge 33 de seus 75 municípios no ano anterior: a safra de grãos alcança 156 mil t, 10% a mais que em 1998. A agropecuária emprega a maior parte da mão-de-obra sergipana, mas é o setor de serviços, centrado no comércio de Aracaju, o responsável por mais de 65% do PIB do estado. Nas últimas décadas, Sergipe recebeu investimentos da Sudene e do Proálcool, além dos recursos da Petrobras desde a descoberta, em 1963, de petróleo e gás natural, produtos dos quais é o terceiro maior produtor do país, atrás do Rio de Janeiro e da Bahia.Indicadores sociais - A alta taxa de densidade demográfica, combinada com um elevado grau de urbanização, agrava as carências sociais. Sergipe tem um dos piores índices de mortalidade infantil do Brasil e a taxa de analfabetismo funcional também é expressiva: mais de 30% dos sergipanos sabe ler e escrever apenas o próprio nome.


O estabelecimento Curso Raízes existe desde 1998, com o nome de Banca Escolar Informatizada. Quatro anos depois Curso 100 Limites e hoje definitivamente Curso Raízes com organização Prof. Jailson.
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O Curso Raízes está localizado na Av. José David dos Santos, 1570 - Bairro Santa Rita - Tobias Barreto - Sergipe
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